sexta-feira, 28 de novembro de 2008

À ele.

Impreterivelmente sou o meu maior perigo; mas me sinto suficientemente vulnerável quando o sinto.

Quando longe, és como as Brumas de Avalon, tão misterioso e imaginário que dar-te um gole de realidade parecer - me -ia inquieto. Mas quando surges és tão outro, e múltiplo, que eu preciso fechar meus olhos para ver-te. E as vezes este cerrar de pálpebras me é tão difuso que me entrego a passividade do sofá. E quando assusto -me estou exatamente igual e inerte.

Como me sinto agora.

Lembrando - me até do que não vivi.

2 comentários:

Lívia. disse...

só você, CAMILA, pra escrever um texto tão maravilhoso e condizente com você!
me perdoa se eu for "grosseira" demais, mas: PU-TA MER-DA! que mensagem LINDA! te amo!

Anônimo disse...
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