segunda-feira, 28 de abril de 2008

Elocução, apenas.

Sentindo certo incomodo hoje.
E uma saudade sufocante do que ainda não vivi...
Assim, de uma forma inexplicável, eu desejo o desconhecido agora.
E faço – sinceros – votos de que isso chegue, e bem rápido.


"O que sinto muitas vezes faz sentido.
E outras vezes não descubro o motivo que me explique por que é
que nao consigo ver sentido no que sinto, o que procuro, o que desejo e o que faz parte do meu mundo"

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Certas Verdades.

"Todos tem seu encanto: os santos e os corruptos.
Não há coisa na vida inteiramente má.
Tu dizes que a verdade produz frutos...
Já vistes as flores que a mentira dá?"

(Mário Quintana)

E, francamente, mentiras sinceras me interessam, e muito.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Instante.

Sempre soube muito de mim.
Sempre me defini muito bem.
Fosse por gosto ou gesto.
Por extrema versatilidade ou absoluta entrega.

Mas hoje, por um - quase - desconhecido motivo, não consigo ao menos me esboçar.
E me confundo, me perco.
Crio e destruo conceitos.
Penso e dispenso.

Mas, garanto, essa ausente justificativa me fez afogar em deliciosos devaneios.
E para mim, esse efêmero delírio basta, e compõe bons momentos.
Que guardo.