Impreterivelmente sou o meu maior perigo; mas me sinto suficientemente vulnerável quando o sinto.
Quando longe, és como as Brumas de Avalon, tão misterioso e imaginário que dar-te um gole de realidade parecer - me -ia inquieto. Mas quando surges és tão outro, e múltiplo, que eu preciso fechar meus olhos para ver-te. E as vezes este cerrar de pálpebras me é tão difuso que me entrego a passividade do sofá. E quando assusto -me estou exatamente igual e inerte.
Como me sinto agora.
Lembrando - me até do que não vivi.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
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