sexta-feira, 31 de julho de 2009

À Branca.

Precisei pedir licença poética pra falar de você.
A começar por ser, por excelência, seu superlativo. Belíssima.
Belíssima na amplitude que a palavra alcança.


Discernimento e confusão.
Erros, muitos erros. Tropeço. Tombo. Reerguida.
È o olhar sufocante e o sorriso com cheiro de anis.
É liberdade desmedida, e cárcere privado. Um verdadeiro infinito particular.

Alguém que me ensinou que viver é, necessariamente, ter histórias pra contar. E que momentos não têm graça se não forem recheados de luxúria.
A representação de uma alegria tão nata que quando chora me assusta.
Um paradoxo conciso, coeso e encantador.
Turbulências racionais e emocionais, que acabam por me desassossegar também.
A que faz de mim muito mais completa.

Que me perdoem os literatos por este português vulgar. Mas eu preciso dizer que te amo.

2 comentários:

Matheus Felipe disse...

Que isso!!! Ficou lindo demais meu bem!! Tá de parabéns! Beijosssss!

Anônimo disse...

Te amo, sempre, sempre, sempre. Esse texto eu carrego comigo, no peito, na cabeça e no blog, claro. Minha poeta predileta!