sexta-feira, 28 de novembro de 2008

À ele.

Impreterivelmente sou o meu maior perigo; mas me sinto suficientemente vulnerável quando o sinto.

Quando longe, és como as Brumas de Avalon, tão misterioso e imaginário que dar-te um gole de realidade parecer - me -ia inquieto. Mas quando surges és tão outro, e múltiplo, que eu preciso fechar meus olhos para ver-te. E as vezes este cerrar de pálpebras me é tão difuso que me entrego a passividade do sofá. E quando assusto -me estou exatamente igual e inerte.

Como me sinto agora.

Lembrando - me até do que não vivi.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Somos feitos de momentos. De conversas, sorrisos.
Somos feitos de pessoas. Amigos e inimigos.


Entender que viver é -necessariamente- ter histórias pra contar, é uma virtude. Deliciosamente recheada de luxúria.